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domingo, 10 de agosto de 2008

A Manhã de Ouro



Essa será, então, a verdadeira manhã do descobrimento.
A manhã de ouro em que os homens descobrem que são irmãos uns dos outros.
Já se descobriu tudo. Só nos falta agora - que nos falta? - chegar o dia em que os homens descobrirão assustados (assustados de não o terem descoberto há mais tempo) que uns são irmãos dos outros que nos matamos, uns aos outros, numa espécie de inocência feroz por não termos descoberto esta única e pequena coisa que nos falta, em forma de segredo elementar já sabido que somos, uns, irmãos dos outros.



Texto de Cassiano Ricardo
Colaboração: Doidinha da Silva

Mais uma história real (e emocionante!!)

Artist: Boadicea



Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.

Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas uma menina de 8 anos, considerada em pior estado. Foi necessário chamar a ajuda por um rádio, e ao fim de algum tempo um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local. Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria devido ao traumatismo e a perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como?

Após vários testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali possuía o tipo de sangue necessário. Reuniram as crianças e entre gesticulações, arranhadas no idioma tentaram explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar sangue.

Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar timidamente. Era um menino chamado Heng. Ele foi preparado às pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quieto e com o olhar no teto.

Passado um momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico perguntou-lhe se estava doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso e ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada.

Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra ala. O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com o Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas, e o rostinho do menino foi se aliviando... Minutos depois ele estava novamente tranqüilo.

A enfermeira então explicou aos americanos:

- Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando que ia ter que dar TODO o seu sangue para a menina não morrer.

O médico se aproximou dele, e com a ajuda da enfermeira, perguntou-lhe:

- Mas, se era assim, por que então você se ofereceu a doar seu sangue para ela?

E o menino respondeu simplesmente:

- Ela era minha AMIGA!!!!




Colaboração: Helda C

quinta-feira, 17 de julho de 2008

O Seu Valor


O Professor...


Um Jovem diz ao seu professor:

Professor, venho aqui, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou parvo e muito idiota.

Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais? O professor sem olhar para ele, disse:

- Sinto muito meu jovem, mas não te posso ajudar. Devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois. E fazendo uma pausa disse:

- Se tu me ajudares, poderei resolver este problema com mais rapidez e depois talvez te possa ajudar.

- ...Claro, professor, gaguejou o jovem. Mas sentiu-se outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar o professor.

O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto dizendo:

- Vai até ao mercado. Tenho de vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida.

É preciso que consigas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vao e volta com a moeda o mais rápido possível.

O jovem pegou no anel e partiu. Mal chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel.

Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem sequer olhar para ele, e só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel.

Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

Depois de oferecer a jóia a todos os que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso, voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, livrando assim a preocupação do seu professor e assim podendo receber a ajuda e conselhos que precisava.

Entrou em casa do professor e disse:

- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas acho que não se deve enganar ninguém sobre o valor do anel.

- É muito importante que disseste jovem, respondeu sorridente.

- Devemos saber primeiro o valor do anel. Vai ao joalheiro.

Quem melhor para saber o valor exacto do anel? Diz-lhe que quero vender o anel e pergunta-lhe quanto dá por ele.

- Independentemente do quanto te ofereça não o vendas. Volta aqui com o meu anel.

O jovem foi até ao joalheiro e deu-lhe o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse:

- Diz ao teu professor, que se ele o quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro por ele.

- 58 MOEDAS DE OURO!!!

Exclamou o jovem.

- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente...

O jovem correu emocionado a casa do professor para contar o que ocorreu.

- Senta-te, disse o professor. E depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou disse:

- Tu és como esse anel: uma jóia valiosa e única. E tu só podes ser avaliado por um perito. Pensavas que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???

E dizendo isto voltou a colocar o anel no dedo.

- Todos nós somos como esta jóia: valiosos e únicos ... e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.


Autor desconhecido




"Ninguém pode te fazer sentir inferior sem teu consentimento".
- Eleanor Roosevelt

"Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?"
- Jesus



Dedico esse lindo texto à minha amiga Irene, a Jóia Rara do Yahoo! Respostas.

Beijos, Irene!

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Você é Deus...?


"Era época de Natal e a noite estava muito fria. Um garotinho de seis ou sete anos de idade estava em frente à vitrine de uma loja. Ele não tinha sapatos e suas roupinhas eram pouco mais que trapos.

Uma moça que estava passando por ali, ao ver o pequenino, notou uma profunda tristeza em seus olhinhos azuis. Ela então o tomou pelas mãozinhas e o levou para dentro da loja, onde ela o presenteou com um par de sapatos novos e um par de casaquinhos de frio e jeans.

Quando eles saíram da loja a moça disse à criança:
- Agora você pode ir para casa. E tenha um Feliz Natal!

O menino, fitando a moça, perguntou:
- Dona, a senhora é Deus?

A jovem sorriu e olhando para ele, disse:
- Não, meu bem. Eu sou apenas uma das filhas Dele.

Ao que o pequenino respondeu:
- Eu sabia! Eu sabia que a senhora tinha que ser parente Dele!"



Dan Clark
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quinta-feira, 8 de maio de 2008

Uma História de Amor (emocionante!!!)


Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada do neném.

Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.

A gravidez se desenvolveu normalmente. No tempo certo, vieram as contrações. Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três; então, a cada minuto uma contração. Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas.

Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana .

Até que, enfim, depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu.

Só que ela estava muito mal.

Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary.

Os dias passaram. A menininha piorava.

O médico disse aos pais: Preparem-se para o pior.
Há poucas esperanças.

Karen e seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral.

Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê. Hoje, os planos eram outros.

Enquanto isso, Michael, todos os dias, pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha:

- Eu quero cantar pra ela - ele dizia.

A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesseaté o final dela.

Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não eram permitidas na UTI. Entretanto, Karen decidiu. Ela levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva.

Ela vestiu Michael com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital.

A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali.

Mas Karen insistiu:

- Ele não irá embora até que veja a irmãzinha!.
Ela levou Michael até a incubadora.Ele olhou para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida.

Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenininha: "-Você é o meu sol, o meu único sol.
Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro..."
Nesse momento, o bebê pareceu reagir.

A pulsação começou a baixar e se estabilizou.

Karen encorajou Michael a continuar cantando.

"-Você não sabe, querida, quanto eu te amo.

Por favor, não leve o meu sol embora..."

Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave.

- Continue, querido!, pediu Karen, emocionada.
"- Outra noite, querida, eu sonhei que você estava em meus braços..."

O bebê começou a relaxar.

- Cante mais um pouco, Michael, pedia a mãe.
A enfermeira começou a chorar.

"- Você é o meu sol, o meu único sol.
Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...
Por favor, não leve o meu sol embora..."

No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa.

O Womans Day Magazine chamou essa história de "O milagre da canção de um irmão".

Os médicos chamaram simplesmente de "milagre".

Karen chamou de "milagre do amor de Deus".



O AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO.




Encontrei esse texto na Internet por acaso. Se bem que acredito que nada acontece por acaso. Enviei-o para todos os meus amigos e familiares. E agora o deixo aqui para você. Realmente uma das mais belas histórias de amor que eu já conheci em toda a minha vida. E realmente o amor é incrivelmente poderoso... e MARAVILHOSO!