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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Como mudar tudo em sua vida? Simples...
Tudo, mas absolutamente TUDO em sua vida e em seu mundo, tudo reflete você.
Portanto, quando estiver analisando qualquer situação em sua vida que você deseja mudar, pergunte a si mesma(o): como essa situação reflete meus pensamentos, minhas crenças, minhas idéias, meu comportamento?
A única forma de mudar sua experiência e aquilo que não deseja é mudando você mesma(o)!
Fonte: vide blog em inglês
Tradução: Vivi
Um Recado Para Você...
Se você pudesse trocar de lugar com outra pessoa, ouvir o que ela ouve, ver o que ela vê e sentir o que ela sente você começaria a questinar seriamente se ela vive no mesmo planeta que você. E provavelmente você ficaria pasmo ao constatar que a "realidade" em que essa pessoa vive é totalmente diferente da sua.
E você nunca, jamais, nem em um milhão de anos você julgaria outra pessoa por seja lá o que for.
Só estou dizendo...
Assinado: O Universo
Tradução: Vivi
E você nunca, jamais, nem em um milhão de anos você julgaria outra pessoa por seja lá o que for.
Só estou dizendo...
Assinado: O Universo
Tradução: Vivi
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Entenda o porquê de sua busca constante por respostas
Este é um trecho do livro THE LEAST YOU SHOULD KNOW ABOUT LIFE (O Mínimo Que Você Deveria Saber Sobre a Vida), e é para pessoas que querem saber as respostas para as perguntas mais fundamentais da vida. Mas, talvez você se pergunte por que você deseja tanto obter respostas? Existem duas razões básicas:
Você reconhece que você é um aprendiz espiritual, o que significa que você possui um desejo intrínseco de encontrar respostas, a fim de expandir sua compreensão de si mesmo e da vida.
Você não está satisfeito com a sua vida e circunstâncias em que você vive e quer saber como você pode mudar essas circunstâncias.
O primeiro motivo pode parecer mais filosófico, enquanto o segundo é mais prático. Na realidade, ambos os motivos derivam do mesmo desejo, ou seja, do entendimento de que deve existir algo mais sobre a vida, o que suscita a vontade de melhorar sua experiência de vida como um todo. Mas, qual é exatamente a sua experiência de vida?
Considere, por exemplo, duas pessoas que estão ambas expostas a circunstâncias exteriores muito semelhantes, como a perda de um emprego ou enfrentando a necessidade de uma mudança de carreira. Uma destas pessoas reage sentindo-se como uma vítima e culpando seu patrão, a sorte, o destino ou Deus. Essa pessoa entra em parafuso e em desespero. Depois, ao olhar para o que lhe aconteceu encara tudo como se a situação em questão houvesse arruinado completamente sua vida.
O outro leva a situação como um grito de alerta, uma oportunidade de repensar a vida e fazer algumas alterações. Essa pessoa depois olha para trás e encara a situação como a melhor coisa que poderia ter lhe acontecido, pois a levou a fazer alterações em seu percurso que colocaram sua vida em um caminho melhor e mais certeiro.
Ambas as pessoas encontraram circunstâncias exteriores semelhantes, mas suas experiências interiores foram quase completamente opostas umas às outras.
Sua forma de encarar a vida, sua maneira de olhar e responder a circunstâncias exteriores, são o que forma sua experiência de vida. Mas como as pessoas podem vivenciar duas experiências e circunstâncias exteriores tão semelhantes ao passo que uma pessoa tem uma experiência positiva e a outra tem uma experiência negativa?
A razão é que as duas pessoas reagiram de forma diferente ao que lhes aconteceu.
O que fez com que uma pessoa tivesse uma experiência negativa enquanto a outra foi capaz de transformar as mesmas circunstâncias em uma experiência positiva? Será possível que uma pessoa entendeu algo que a outra pessoa não conhecia e por causa dessa percepção, ele ou ela foi capaz de escolher uma melhor experiência de vida. Uma pessoa foi capaz de dominar a sua experiência enquanto o outro se tornou uma vítima.
Vamos agora ver a verdadeira razão pela qual as pessoas querem respostas às perguntas fundamentais da vida, querem melhorar a sua vida experiência! Como é que isto dizem respeito aos motivos mencionados anteriormente:
Você tem uma vontade intrínseca de encontrar respostas. Há valor em saber mais sobre si mesmo e sobre vida. Saber quem você é e por que você está aqui pode dar-lhe um profundo senso de propósito. A vida assume um significado mais profundo, e você também verá uma finalidade específica para a sua própria vida. Isto, obviamente, melhora suas experiências, mesmo que nada mude em suas circunstâncias exteriores.
Saber mais sobre si, sobre a vida e sobre a forma como você interage com a vida pode habilitar você a fazer mudanças positivas em sua vida. Isso, obviamente, melhorará a sua experiência de vida.
Fonte: www.askrealjesus.com

"Nirvana, êxtase, a realização de seus sonhos, tudo isso está tão perto de você quanto uma mudança de perspectiva - uma nova maneira de ver as coisas. Eu procuro modelar minha vida de forma a realizar esta perspectiva, este modo de ver, esta liberdade que criei dentro de mim através da fusão da minha humanidade e da minha divindade".
Story Waters
Limitlessness.com
domingo, 19 de abril de 2009
"The Work", por Byron Katie
Descobri "The Work" (O Trabalho) há algum tempo e fiquei impressionada com este trabalho de Byron Katie. Trago-o aqui agora para todos vocês.
O que é "The Work"?
PARTE I
Julgue o seu próximo (escreva num papel aquilo que o/a irrita em alguém)
PARTE II - FAÇA AS 4 PERGUNTAS
1. Isso é verdade?
2. Você pode ter certeza absoluta de que é verdade?
3. Como você reage quando acredita nesse pensamento?
4. Como seria você sem esse pensamento?
PARTE III - INVERTA O PENSAMENTO
Exemplo: "Ele deveria me entender"
Inverta para as seguintes frases:
- Ele não deveria me entender.
- Eu deveria entendê-lo.
- Eu deveria entender a mim mesma.
"Paulo não deveria ter brigado comigo"
Inverta para:
- Paulo deveria ter brigado comigo.
- Eu não deveria ter brigado com ele.
- Eu não deveria ter brigado comigo mesma.
(Na minha cabeça, estou repetindo a briga que Paulo teve comigo?
Quem é pior? Paulo, que brigou comigo só uma vez, ou eu, que
estou repetindo esta briga 100 vezes?
The Work - Site oficial
Comunidade no Orkut
O que é "The Work"?
PARTE I
Julgue o seu próximo (escreva num papel aquilo que o/a irrita em alguém)
PARTE II - FAÇA AS 4 PERGUNTAS
1. Isso é verdade?
2. Você pode ter certeza absoluta de que é verdade?
3. Como você reage quando acredita nesse pensamento?
4. Como seria você sem esse pensamento?
PARTE III - INVERTA O PENSAMENTO
Exemplo: "Ele deveria me entender"
Inverta para as seguintes frases:
- Ele não deveria me entender.
- Eu deveria entendê-lo.
- Eu deveria entender a mim mesma.
"Paulo não deveria ter brigado comigo"
Inverta para:
- Paulo deveria ter brigado comigo.
- Eu não deveria ter brigado com ele.
- Eu não deveria ter brigado comigo mesma.
(Na minha cabeça, estou repetindo a briga que Paulo teve comigo?
Quem é pior? Paulo, que brigou comigo só uma vez, ou eu, que
estou repetindo esta briga 100 vezes?
The Work - Site oficial
Comunidade no Orkut
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
A Lei do Perdão vs. a Lei do Karma
A Lei do Karma exige que nós resgatemos todos os aspectos de nossas dívidas kármicas. No entanto, uma lei ainda mais poderosa existe: a Lei do Perdão. Se nós fizemos algo de mal a alguém e essa pessoa nos perdoa, quando chegar o dia de nos encontrarmos com Deus, nós nos daremos conta de que nossas lembranças negativas são completamente incompatíveis com a natureza de Deus. Mas o perdão que recebemos removerá as barreiras da separação entre nós e Deus. Esta lei, a Lei do Perdão, é tão específica e precisa (o que alguém dá, ele ou ela também receberá; sem exceções) que assim que nós perdoamos alguém, este perdão automaticamente se extende também a nós mesmos. Isso, claro, se formos capazes de nos perdoar por erros que cometemos.
Edgar Cayce
domingo, 7 de dezembro de 2008
7 Passos para ajudá-lo a vencer o poder que seu Ego exerce sobre você
Sete Passos para ajudá-lo a vencer o poder que seu Ego exerce sobre você
Uma mensagem do Dr. Wayne W. Dyer
Domingo, 19 de outubro de 2008
Aqui estão 7 sugestões de como você pode transcender conceitos natos de auto-importância. Todas elas foram criadas para evitar que você se identifique erroneamente com o seu Ego.
1. Pare de se sentir ofendido.
O comportamento de outras pessoas não é razão para que você se sinta imobilizado. Tudo aquilo que lhe ofende, também lhe enfraquece. E se você estiver procurando oportunidades para se sentir ofendido, pode ter certeza que elas aparecerão a todo instante. Isto é seu Ego, trabalhando para que você se convença de que o mundo não deveria ser da forma que ele é. Ao invés disso, de se deixar ser dominado por seu Ego, seja alguém que aprecia a vida e que contribui para ajudar o Espírito da Criação. Não dá para você atingir os poderes benéficos das boas intenções e bons fluidos enquanto estiver ofendido, seja lá com o que for. Tente viver de forma a tentar eliminar os horrores e desavenças que já existem no mundo ao seu redor, horrores estes que emanam de uma identificação em massa com o ego coletivo da humanidade. Tente permanecer sempre em paz consigo mesmo e com o mundo. Como nos foi bem lembrado pelo livro UM CURSO EM MILAGRES, a Paz é de Deus. E você, que é parte de Deus, jamais se sentirá em casa, bem consigo mesmo, se não estiver em paz. Sua existência é Divina, você não pode estar em seu lar se não for na paz de Deus. Ademais, se sentir ofendido origina o mesmo tipo de energia negativa que te ofendeu e que o levou a atacar, contra-atacar e a entrar em estado de guerra.
2. Desista de sua necessidade de vencer sempre.
O Ego adora dividir as pessoas entre dois grupos: vencedores e perdedores. A busca pela vitória acaba sendo um meio de evitar o contato consciente com o poder da intenção. Por quê? Porque no final das contas, é impossível vencermos o tempo todo. Sempre haverá alguém mais rápido que você, mais jovem, mais forte, mais inteligente... e se você se fiar nisso, acabará voltando a se sentir inferior e insignificante novamente.
Você não é suas vitórias ou o que você ganha. Pode até ser que você goste de competir e que se divirta em um mundo onde vencer é tudo. Mas você não deve deixar que isso se transfira para seus pensamentos. Não existem perdedores em um mundo onde todos nós compartilhamos de uma mesma fonte de energia. A única coisa que você pode dizer com segurança é que você teve um desempenho "x" em um determinado dia, em comparação com outras pessoas que estiveram a seu lado nesse dia. Mas hoje é outro dia, com outros competidores, novas circunstâncias a serem consideradas. E você continua a ser a presença infinita e eterna que ocupa um corpo que está vivendo outro dia, ou outra década, que envelhece ao passar do tempo. Abandone sua necessidade de vencer e desista de achar que o oposto de vencer é perder. Isso é um medo imposto a você pelo seu Ego. Mesmo que seu corpo não esteja se comportando de forma desejável hoje, talvez você esteja doente ou triste, nada disso importa quando você não está constantemente se identificando e se deixando definir pelo seu Ego.
Transforme-se em um observador atento, alguém que observa tudo à sua volta sem a necessidade de vencer ou ganhar nada, apenas apreciando tudo de bom e belo que existe. Permaneça em paz e se sintonize com as energias positivas das boas intenções e pensamentos de serenidade e paz - e descubra que ironicamente (e você talvez nem note isso), todas as vitórias que você sempre buscou começarão a aparecer em sua vida à medida que você deixar de buscá-las incessantemente.
3. Abandone sua necessidade de estar sempre certo.
O Ego é a origem de vários conflitos e desavenças porque ele faz com que você julgue outras pessoas como sendo as erradas. Quando você se torna uma pessoa hostil em relação aos outros, você se distancia mais e mais do poder da intenção. O Espírito criador é generoso, cheio de amor e sempre receptivo; ele não possui raiva, ressentimento ou rancores. Quando você abandona seu desejo de estar sempre certo em todas as conversas e discussões das quais participa no seu dia-a-dia, é como se você estivesse enviando uma mensagem em alto em bom tom a seu Ego. Uma mensagem que diz: não sou seu escravo. Eu quero viver em harmonia, paz e serenidade, e por isso eu rejeito sua necessidade (Ego) de estar sempre certo em tudo. Para ser sincero, eu vou oferecer às pessoas que cruzarem comigo a chance de se sentirem bem consigo mesmas quando eu lhes disser que elas estão certas e não eu, agradecendo a todas elas por me ensinarem uma nova forma de pensar e de encarar as coisas.
Assim que você conseguir se desvencilhar desse desejo constante de vitória, de ser sempre o vencedor, você será capaz de fortalecer sua conecção com o seu poder de manifestação e intenção. Mas tenha sempre em mente que o Ego é um combatente muito insistente. Eu mesmo já vi pessoas que acabaram com relacionamentos maravilhosos apenas por sua necessidade de estarem sempre certos em tudo que diziam e faziam. É por isso que eu faço esse apelo para que você deixe de lado essa necessidade de estar sempre certo, se deixando guiar e comandar por seu ego. Sempre que sentir o clamor de seu ego e quiser demonstrar que está certo a todo custo, pare em meio à conversa e se pergunte: "Eu quero estar em paz nesse instante? Eu prefiro estar em paz e feliz ou estar certo?" Quando você escolhe permanecer em um estado de paz e serenidade, você opta por fortalecer seu poder de intenção e de manifestar uma vida mais feliz, um momento mais feliz. E todos esses momentos onde você escolhe a serenidade ao invés do Ego o levam a fortalecer suas intenções e o Poder Universal da Criação começará a contribuir para que você consiga viver a vida que você deseja viver, que você foi destinado a viver. I
4. Abandone sua necessidade de ser superior aos outros.
A verdadeira nobreza não consiste em sermos melhores que as outras pessoas. Ela consiste em sermos melhores que as nossas versões anteriores. Mantenha-se focado em seu crescimento pessoal e espiritual, tendo sempre em mente que ninguém nesse planeta é melhor que as outras pessoas - seja lá por que motivo for. Todos nós viemos da mesma fonte original. Todos temos uma missão que visa lapidar nossa verdadeira essência; todos temos de cumprir nossos destinos. E nada disso é possível quando você se considera superior às outras pessoas. Há uma antiga passagem que diz que somos todos iguais perante aos olhos de Deus. Antiga, porém, verdadeira. Não julgue os outros baseando-se em sua aparência física, em suas conquistas, bens materiais, ou em outros indícios que derivam única e exclusivamente do Ego que habita em você e neles. Todas as vezes que você projeta uma imagem de pessoa superior, você recebe de volta o ressentimento e, posteriormente, o sentimento de hostilidade das pessoas que o cercam. E esses sentimentos se transformam no veículo que o leva para cada vez mais longe de sua verdadeira intenção: o crescimento enquanto pessoa e enquanto ser espiritual. O livro UM CURSO EM MILAGRES aponta para essa necessidade inerente ao ser humano de ser especial, de ser melhor que os outros. Quem deseja tal coisa sempre faz comparações entre si e entre seus semelhantes, algo que é alcançado quando a pessoa se foca nos aspectos negativos dos outros. Não apenas isso, mas procurando outros aspectos negativos, e outros, e outros e assim por diante.
5. Abandone sua necessidade de sempre acumular mais e mais bens materiais.
O mantra do Ego é "eu quero mais, mais e mais!". Ele nunca, jamais se satisfaz. Não importa o que você consiga ou adquira, seu ego insistirá que não é o suficiente. Você então se verá em um estado de perene insatisfação, eliminando assim qualquer possibilidade de chegar ao objetivo desejado. Todavia, a realidade é que você já conseguiu chegar ao objetivo que gostaria, e a forma com a qual você escolher como utilizar este momento em sua vida é uma opção sua e só sua. Ironicamente, no entanto, é fato que assim que você deixa de perseguir seus desejos e objetivos, assim que você deixa de querer sempre mais, mais e mais, todas as coisas que você sempre desejou ter ou fazer começam a aparecer como que por encanto em sua vida.
A Fonte universal da Criação está sempre contente com si própria e sempre criando novas vidas, se expandindo, e jamais tentando se apegar às suas criaturas para atingir algum objetivo egoísta. Esta força divina acaba de criar e já deixa aquilo que criou livre. E assim que você também aprender a deixar de lado os desejos infindos de seu ego, você finalmente conseguirá se alinhar a essa fonte divina. Ao passo que você aprender a apreciar e agradecer tudo o que já possui e tudo o que se apresentar em seu caminho, você estará praticando um dos mais belos ensinamentos de São Francisco de Assis: "É dando, que recebemos". Ao permitir que a abundância chegue até você e através de você, você se alinhará à Fonte divina de tal forma a garantir que esta energia positiva e criadora jamais se extingua.
6. Deixe de identificar quem você é com tudo o que você já fez ou conseguiu obter.
Pode ser que você ache difícil compreender este conceito se você se convenceu de que quem você é está ligado às suas realizações pessoais. Mas, lembre-se: Deus escreve todas as músicas, Deus canta todas as canções, Deus constrói todos os edifícios, e Deus é a fonte de todas as suas realizações. Quase posso ouvir seu ego protestando enquanto você lê estas palavras. Mesmo assim, preste muita atenção e se concentre nesta idéia. TUDO emana da Fonte divina! Você e a Fonte divina são uma só coisa! Você não é seu corpo e suas realizações. Você é o observador. Observe tudo; e sinta-se agradecido pelas habilidades que você conseguiu acumular. Mas dê todo o crédito por elas ao poder de suas intenções, as quais trouxeram você a esta existência e com as quais você conseguiu materializar-se e se tornar parte da criação divina.
Quanto menos você precisar receber o crédito por suas realizações e feitos pessoais, mais conectado você estará com as 7 faces da intenção positiva. E mais livre você estará para realizar ainda mais do que já realizou até hoje em termos de objetivos pessoais.
Apenas quando você se considera o único responsável por tudo que conseguiu até hoje é que você se distancia de sua origem divina e deixa de lado a paz reconfortante e a gratidão pela verdadeira origem de tudo o que você é e faz: Deus.
7. Deixe de lado sua reputação, seja lá qual ela for.
Sua reputação não está localizada em você. Ela reside nas mentes das outras pessoas. Portanto, você não tem controle algum sobre o que pensam ou deixam de pensar a seu respeito. Se você conversar com 30 pessoas diferentes, você passará a ter 30 reputações também diferentes uma da outra. Se conectar ao poder da intenção significa ouvir seu coração e tentar se conduzir pela vida de forma a seguir seu compasso interno e o que ele diz ser sua missão a cumprir. Se você se preocupa o tempo todo com o que pensam e ou dizem sobre sua pessoa, isso significa que você se desligou de sua origem divina, de seu poder de intenção, e que passou a deixar que a opinião alheia passasse a guiar seus passos. Isto é um sinal de que seu ego está sob controle, uma ilusão que se posiciona entre você e o poder de suas intenções.
Não existe nada que você não possa fazer, obter ou realizar em sua vida. Isto, claro, se você não permitir que sua essência seja apagada por seu desejo de provar constantemente a todos que você é superior a eles e gastando todo o seu tempo e energia tentando conseguir uma reputação brilhante em meio a outros egos. Faça o que você deseja fazer não por causa do que pensam de você ou para manter sua "reputação" entre as pessoas. Siga sua voz interior, pois ela o mantém ligado à força divina que o criou e que o guia todos os dias de sua vida. Mantenha-se em seu curso, se desligue dos possíveis ou prováveis resultados de suas ações, não se preocupe com o futuro, e assuma a responsabilidade total pelo que realmente reside dentro de você: seu caráter!
Deixe que sua reputação, seja lá qual for, seja o assunto de debate entre outras pessoas; ela não tem nada a ver com quem você realmente é. Or como o título de um livro bem conhecido diz: O Que Você Pensa de Mim Não Me Diz Respeito!
Source: SpiritLibrary
Uma mensagem do Dr. Wayne W. Dyer Domingo, 19 de outubro de 2008
Aqui estão 7 sugestões de como você pode transcender conceitos natos de auto-importância. Todas elas foram criadas para evitar que você se identifique erroneamente com o seu Ego.
1. Pare de se sentir ofendido.
O comportamento de outras pessoas não é razão para que você se sinta imobilizado. Tudo aquilo que lhe ofende, também lhe enfraquece. E se você estiver procurando oportunidades para se sentir ofendido, pode ter certeza que elas aparecerão a todo instante. Isto é seu Ego, trabalhando para que você se convença de que o mundo não deveria ser da forma que ele é. Ao invés disso, de se deixar ser dominado por seu Ego, seja alguém que aprecia a vida e que contribui para ajudar o Espírito da Criação. Não dá para você atingir os poderes benéficos das boas intenções e bons fluidos enquanto estiver ofendido, seja lá com o que for. Tente viver de forma a tentar eliminar os horrores e desavenças que já existem no mundo ao seu redor, horrores estes que emanam de uma identificação em massa com o ego coletivo da humanidade. Tente permanecer sempre em paz consigo mesmo e com o mundo. Como nos foi bem lembrado pelo livro UM CURSO EM MILAGRES, a Paz é de Deus. E você, que é parte de Deus, jamais se sentirá em casa, bem consigo mesmo, se não estiver em paz. Sua existência é Divina, você não pode estar em seu lar se não for na paz de Deus. Ademais, se sentir ofendido origina o mesmo tipo de energia negativa que te ofendeu e que o levou a atacar, contra-atacar e a entrar em estado de guerra.
2. Desista de sua necessidade de vencer sempre.
O Ego adora dividir as pessoas entre dois grupos: vencedores e perdedores. A busca pela vitória acaba sendo um meio de evitar o contato consciente com o poder da intenção. Por quê? Porque no final das contas, é impossível vencermos o tempo todo. Sempre haverá alguém mais rápido que você, mais jovem, mais forte, mais inteligente... e se você se fiar nisso, acabará voltando a se sentir inferior e insignificante novamente.
Você não é suas vitórias ou o que você ganha. Pode até ser que você goste de competir e que se divirta em um mundo onde vencer é tudo. Mas você não deve deixar que isso se transfira para seus pensamentos. Não existem perdedores em um mundo onde todos nós compartilhamos de uma mesma fonte de energia. A única coisa que você pode dizer com segurança é que você teve um desempenho "x" em um determinado dia, em comparação com outras pessoas que estiveram a seu lado nesse dia. Mas hoje é outro dia, com outros competidores, novas circunstâncias a serem consideradas. E você continua a ser a presença infinita e eterna que ocupa um corpo que está vivendo outro dia, ou outra década, que envelhece ao passar do tempo. Abandone sua necessidade de vencer e desista de achar que o oposto de vencer é perder. Isso é um medo imposto a você pelo seu Ego. Mesmo que seu corpo não esteja se comportando de forma desejável hoje, talvez você esteja doente ou triste, nada disso importa quando você não está constantemente se identificando e se deixando definir pelo seu Ego.
Transforme-se em um observador atento, alguém que observa tudo à sua volta sem a necessidade de vencer ou ganhar nada, apenas apreciando tudo de bom e belo que existe. Permaneça em paz e se sintonize com as energias positivas das boas intenções e pensamentos de serenidade e paz - e descubra que ironicamente (e você talvez nem note isso), todas as vitórias que você sempre buscou começarão a aparecer em sua vida à medida que você deixar de buscá-las incessantemente.
3. Abandone sua necessidade de estar sempre certo.
O Ego é a origem de vários conflitos e desavenças porque ele faz com que você julgue outras pessoas como sendo as erradas. Quando você se torna uma pessoa hostil em relação aos outros, você se distancia mais e mais do poder da intenção. O Espírito criador é generoso, cheio de amor e sempre receptivo; ele não possui raiva, ressentimento ou rancores. Quando você abandona seu desejo de estar sempre certo em todas as conversas e discussões das quais participa no seu dia-a-dia, é como se você estivesse enviando uma mensagem em alto em bom tom a seu Ego. Uma mensagem que diz: não sou seu escravo. Eu quero viver em harmonia, paz e serenidade, e por isso eu rejeito sua necessidade (Ego) de estar sempre certo em tudo. Para ser sincero, eu vou oferecer às pessoas que cruzarem comigo a chance de se sentirem bem consigo mesmas quando eu lhes disser que elas estão certas e não eu, agradecendo a todas elas por me ensinarem uma nova forma de pensar e de encarar as coisas.
Assim que você conseguir se desvencilhar desse desejo constante de vitória, de ser sempre o vencedor, você será capaz de fortalecer sua conecção com o seu poder de manifestação e intenção. Mas tenha sempre em mente que o Ego é um combatente muito insistente. Eu mesmo já vi pessoas que acabaram com relacionamentos maravilhosos apenas por sua necessidade de estarem sempre certos em tudo que diziam e faziam. É por isso que eu faço esse apelo para que você deixe de lado essa necessidade de estar sempre certo, se deixando guiar e comandar por seu ego. Sempre que sentir o clamor de seu ego e quiser demonstrar que está certo a todo custo, pare em meio à conversa e se pergunte: "Eu quero estar em paz nesse instante? Eu prefiro estar em paz e feliz ou estar certo?" Quando você escolhe permanecer em um estado de paz e serenidade, você opta por fortalecer seu poder de intenção e de manifestar uma vida mais feliz, um momento mais feliz. E todos esses momentos onde você escolhe a serenidade ao invés do Ego o levam a fortalecer suas intenções e o Poder Universal da Criação começará a contribuir para que você consiga viver a vida que você deseja viver, que você foi destinado a viver. I
4. Abandone sua necessidade de ser superior aos outros.
A verdadeira nobreza não consiste em sermos melhores que as outras pessoas. Ela consiste em sermos melhores que as nossas versões anteriores. Mantenha-se focado em seu crescimento pessoal e espiritual, tendo sempre em mente que ninguém nesse planeta é melhor que as outras pessoas - seja lá por que motivo for. Todos nós viemos da mesma fonte original. Todos temos uma missão que visa lapidar nossa verdadeira essência; todos temos de cumprir nossos destinos. E nada disso é possível quando você se considera superior às outras pessoas. Há uma antiga passagem que diz que somos todos iguais perante aos olhos de Deus. Antiga, porém, verdadeira. Não julgue os outros baseando-se em sua aparência física, em suas conquistas, bens materiais, ou em outros indícios que derivam única e exclusivamente do Ego que habita em você e neles. Todas as vezes que você projeta uma imagem de pessoa superior, você recebe de volta o ressentimento e, posteriormente, o sentimento de hostilidade das pessoas que o cercam. E esses sentimentos se transformam no veículo que o leva para cada vez mais longe de sua verdadeira intenção: o crescimento enquanto pessoa e enquanto ser espiritual. O livro UM CURSO EM MILAGRES aponta para essa necessidade inerente ao ser humano de ser especial, de ser melhor que os outros. Quem deseja tal coisa sempre faz comparações entre si e entre seus semelhantes, algo que é alcançado quando a pessoa se foca nos aspectos negativos dos outros. Não apenas isso, mas procurando outros aspectos negativos, e outros, e outros e assim por diante.
5. Abandone sua necessidade de sempre acumular mais e mais bens materiais.
O mantra do Ego é "eu quero mais, mais e mais!". Ele nunca, jamais se satisfaz. Não importa o que você consiga ou adquira, seu ego insistirá que não é o suficiente. Você então se verá em um estado de perene insatisfação, eliminando assim qualquer possibilidade de chegar ao objetivo desejado. Todavia, a realidade é que você já conseguiu chegar ao objetivo que gostaria, e a forma com a qual você escolher como utilizar este momento em sua vida é uma opção sua e só sua. Ironicamente, no entanto, é fato que assim que você deixa de perseguir seus desejos e objetivos, assim que você deixa de querer sempre mais, mais e mais, todas as coisas que você sempre desejou ter ou fazer começam a aparecer como que por encanto em sua vida.
A Fonte universal da Criação está sempre contente com si própria e sempre criando novas vidas, se expandindo, e jamais tentando se apegar às suas criaturas para atingir algum objetivo egoísta. Esta força divina acaba de criar e já deixa aquilo que criou livre. E assim que você também aprender a deixar de lado os desejos infindos de seu ego, você finalmente conseguirá se alinhar a essa fonte divina. Ao passo que você aprender a apreciar e agradecer tudo o que já possui e tudo o que se apresentar em seu caminho, você estará praticando um dos mais belos ensinamentos de São Francisco de Assis: "É dando, que recebemos". Ao permitir que a abundância chegue até você e através de você, você se alinhará à Fonte divina de tal forma a garantir que esta energia positiva e criadora jamais se extingua.
6. Deixe de identificar quem você é com tudo o que você já fez ou conseguiu obter.
Pode ser que você ache difícil compreender este conceito se você se convenceu de que quem você é está ligado às suas realizações pessoais. Mas, lembre-se: Deus escreve todas as músicas, Deus canta todas as canções, Deus constrói todos os edifícios, e Deus é a fonte de todas as suas realizações. Quase posso ouvir seu ego protestando enquanto você lê estas palavras. Mesmo assim, preste muita atenção e se concentre nesta idéia. TUDO emana da Fonte divina! Você e a Fonte divina são uma só coisa! Você não é seu corpo e suas realizações. Você é o observador. Observe tudo; e sinta-se agradecido pelas habilidades que você conseguiu acumular. Mas dê todo o crédito por elas ao poder de suas intenções, as quais trouxeram você a esta existência e com as quais você conseguiu materializar-se e se tornar parte da criação divina.
Quanto menos você precisar receber o crédito por suas realizações e feitos pessoais, mais conectado você estará com as 7 faces da intenção positiva. E mais livre você estará para realizar ainda mais do que já realizou até hoje em termos de objetivos pessoais.
Apenas quando você se considera o único responsável por tudo que conseguiu até hoje é que você se distancia de sua origem divina e deixa de lado a paz reconfortante e a gratidão pela verdadeira origem de tudo o que você é e faz: Deus.
7. Deixe de lado sua reputação, seja lá qual ela for.
Sua reputação não está localizada em você. Ela reside nas mentes das outras pessoas. Portanto, você não tem controle algum sobre o que pensam ou deixam de pensar a seu respeito. Se você conversar com 30 pessoas diferentes, você passará a ter 30 reputações também diferentes uma da outra. Se conectar ao poder da intenção significa ouvir seu coração e tentar se conduzir pela vida de forma a seguir seu compasso interno e o que ele diz ser sua missão a cumprir. Se você se preocupa o tempo todo com o que pensam e ou dizem sobre sua pessoa, isso significa que você se desligou de sua origem divina, de seu poder de intenção, e que passou a deixar que a opinião alheia passasse a guiar seus passos. Isto é um sinal de que seu ego está sob controle, uma ilusão que se posiciona entre você e o poder de suas intenções.
Não existe nada que você não possa fazer, obter ou realizar em sua vida. Isto, claro, se você não permitir que sua essência seja apagada por seu desejo de provar constantemente a todos que você é superior a eles e gastando todo o seu tempo e energia tentando conseguir uma reputação brilhante em meio a outros egos. Faça o que você deseja fazer não por causa do que pensam de você ou para manter sua "reputação" entre as pessoas. Siga sua voz interior, pois ela o mantém ligado à força divina que o criou e que o guia todos os dias de sua vida. Mantenha-se em seu curso, se desligue dos possíveis ou prováveis resultados de suas ações, não se preocupe com o futuro, e assuma a responsabilidade total pelo que realmente reside dentro de você: seu caráter!
Deixe que sua reputação, seja lá qual for, seja o assunto de debate entre outras pessoas; ela não tem nada a ver com quem você realmente é. Or como o título de um livro bem conhecido diz: O Que Você Pensa de Mim Não Me Diz Respeito!
Source: SpiritLibrary
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Os Dois Lobos

Um velho sábio índio da tribo Cherokee ensinava seus netos sobre a vida...
Ele dizia aos pequenos: "Uma grande luta está sendo travada nesse exato instante dentro de mim. É uma luta terrível entre dois lobos".
"Um dos lobos é mau - ele é medo, raiva, inveja, decepção, arrependimento, ganância, arrogância, auto-piedade, culpa, ressentimento, complexo de inferioridade, mentiras, orgulho, senso de superioridade e ego."
"O outro lobo é bom - ele é alegria, paz, amor, esperança, bondade, serenidade, humildade, benevolência, amizade, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé. Esta mesma luta está sendo travada dentro de cada um de vocês e dentro de todas as outras pessoas também."
As crianças refletiram sobre o que ouviram durante alguns minutos e, então, um deles perguntou seu avô:
"Mas qual lobo vencerá a luta?"
E o bom velho respondeu apenas: "Aquele que vocês alimentarem".
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Mateus, Marcos, Lucas, João e...Deepak?
Mateus, Marcos, Lucas, João e...Deepak?Em seu livro: Jesus, A Story of Enlightenment (título em português não encontrado), o autor escreve um conto fictício sobre a jornada daquele que seria o Messias durante o que são considerados os anos perdidos da vida de Jesus Cristo, quando supõe-se que ele tenha viajado para bem longe de sua terra natal, em uma jornada até hoje desconhecida.
A história começa quando encontramos Jesus no topo de uma montanha gelada, provavelmente no Tibete, enquanto ele se consulta com um guru espiritual. Durante esta longa jornada, Jesus também encontra pelo caminho um exército de judeus fanáticos, se envolve com os Essênios (os quais possuíam os Manuscritos do Mar Morto) e eventualmente consegue chegar a um estado de união completa com Deus. Deepak Chopra conversou (abaixo) com a revista TIME sobre esta nova trama que acaba de publicar.
Repórter: O Jesus de sua história é muito interessante e divertido de se ler. Mas, onde podemos encontrar tudo isso que você escreveu na Bíblia?
Deepak: Nada do que escrevi está escrito na Bíblia. Na Bíblia nós temos Jesus ainda criança nas cenas de seu nascimento em Belém e, em seguida, com 12 anos de idade no templo em Jerusalém. Depois disso nós não vemos Jesus nas passagens bíblicas antes de ele completar 30 anos de idade. Então, eu pergunto: onde estava ele durante os 18 anos que não são mencionados na Bíblia?
Repórter: OK. Onde?
Deepak: Existe uma grande mitologia envolvendo estes “anos perdidos” da vida de Cristo. Grande parte dela envolve o Oriente. Nos anos quarenta, por exemplo, um estudioso alemão propôs que durante esses anos de sua vida Jesus teria viajado pela Rota da Seda, vivido na India e talvez tenha até visitado um monastério na cidade de Lhasa, onde existiam na época uma abundância de textos budistas. A igreja de São Tomás na província indiana de Kerala é o único lugar onde Jesus Cristo não é mostrado na cruz, sendo, invés disso, caracterizado em uma pintura onde é visto em uma pose serena e meditativa.
Eu também pesquisei extensivamente sobre esse período da história e procurei não apenas pelo contextos religioso, político e cultural da vida de Jesus – mas também estudei as várias seitas judias da época, incluindo, claro, os aspectos da ocupação romana. Tendo feito isso, entrei em um período de meditação, de incubação mesmo, e permiti que toda essa história aflorasse através de mim. O texto final se classifica dentro da categoria de “ficção religiosa”.
Repórter: Na sua versão dos “anos perdidos” da vida de Jesus, você se focaliza bastante na procura dele pela iluminação e transcendência espiritual, tanto no aspecto interno como externo. Você diria que esta é uma área na qual os evangelhos deveriam ser suplementados?
Deepak: Quando eu ainda era menino, eu estudava em uma escola cristã de missionários irlandeses. Nessa época, eu me via constantemente fascinado pelo Novo Testamento. Acho que li os livros do Novo Testamento umas mil vezes.
Um dia, no entanto, enquanto eu lia o Evangelho Segundo João 10:30, onde Jesus diz: “Eu e Deus somos um”. Observei que a multidão que o ouvia imediatamente quis apedrejá-lo pelo que consideravam uma blasfêmia. Mas o fato é que ele estava falando de um salmo que diz: “Vocês são Deuses, filhos do Altíssimo”, algo que ele disse àquelas pessoas que estava endereçado “àqueles para quem a palavra de Deus já chegou”. Jesus se via, obviamente, como um participante e equivalente desse grupo para quem a palavra de Deus já havia sido revelada. Interpretei, consequentemente, o significado de tais palavras como “aqueles que conhecem a Deus, são também Deus”. Na filosofia oriental, existe uma idéia pré-estabelecida do caminho que passa pela consciência pessoal e pela consciência coletiva e chega à consciência universal, o que chamam de Divino. A partir daí, concluí que Jesus deve ter vivenciado esse grau de consciência mais elevado. Meu livro conta a história dessa evolução.
Repórter: De fato, você escreveu que “fazer [de Jesus] o único filho de Deus deixa o restante da humanidade excluída de certa forma”.
Deepak: Sim, porque nós acabamos cultuando o mensageiro ao invés da mensagem. E assim, excluímos todas as teologias que já existiam antes de Jesus nascer.
Repórter: Mas isso, de Jesus ser o único filho de Deus que morreu para livrar o mundo de seus pecados, é algo que inspira os mais fervorosos seguidores de Cristo. Essa sua sugestão de que todos são Deuses, não seria considerada como uma heresia pelos cristãos ortodoxos?
Deepak: Pode até ser, pois os cristãos fundamentalistas sempre mencionam as palavras de Jesus nos evangelhos proclamando que: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém entrará no reino dos cues sem ser através de mim”. Todavia, eu pergunto: o que Jesus quis dizer com “Eu”? Na língua dos tempos de Jesus, o aramaico, língua na qual os evangelhos originais foram escritos, a palavra “eu” é traduzida como “o eu dentro do eu”. Então, deduz-se que ele estivesse falando de si mesmo, mas dentro do espírito universal. Nesse caso, não se pode englobar tudo o que Jesus quis exprimir se analisarmos apenas a duração de sua única experiência enquanto homem, ser humano, em nosso planeta.
Repórter: Mas a crucificação de Deus e a ressurreição de Jesus são ocorrências normativas no Cristianismo.
Deepak: Sim, porque todas as religiões se desenvolvem, se tornam exclusivas, se tornam divisionistas e repletas de conflitos.
Repórter: No seu livro há uma cena de crucificação, mas ela é relatada de certa forma de “segunda mão”, como algo que Jesus sonhou ao invés de vivenciado na própria pele.
Deepak: A linguagem simbólica da crucificação de Cristo simboliza a morte do antigo paradigma; a ressurreição é um salto na direção de uma nova forma de pensamento. A linguagem do Sermão da Montanha, por exemplo – se alguém lhe ferir, ofereça-lhe também a outra face – nesta passagem Jesus nos apresenta uma inovação criativa, e isto significa a extinção de velhas formas de pensamento que existiam até então, e o nascimento de outra completamente distinta. Todas as tradições espirituais possuem este conceito de morte e ressurreição, isso não é um aspecto exclusivo do Cristianismo.
Repórter: Você tem algum conselho para as pessoas que estão enfrentando a recessão econômica atual? O que Jesus diria a elas em sua opinião?
Deepak: Jesus diria: tentem reconhecer a diferença que existe entre a verdadeira riqueza e o dinheiro apenas. A verdadeira riqueza é a capacidade de realizar projetos de valor, a habilidade que temos de amar, de sentir compaixão por nossos semelhantes, a capacidade que temos de manter relacionamentos de fraternidade e de amor. Há atualmente em torno de 2.9 trilhões de dólares circulando pelos mercados financeiros mundiais. Menos de 2% desse total é empregado para proporcionar alimentos e outros benefícios para a humanidade. O restante desse capital é empregado para financiar o que eu considero um casino gigantesco onde se ganha e se perde dinheiro em um eterno jogo de cobiça e ganância. A cultura da qual fazemos parte atualmente favorece uma existência onde nós gastamos o que não temos para comprar coisas que não precisamos e para impressionar pessoas que não gostamos. E a situação se tornou tão caótica nos últimos tempos que nós estamos sendo praticamente forçados a encontrar o verdadeiro sentido de nossas vidas. Assim que conseguirmos fazer a transição de consumerismo para um melhor relacionamento com nós mesmos, com Deus e com nossos semelhantes, só então nós estaremos verdadeiramente vivendo como viveu Jesus e seguindo o seu exemplo.
Fonte: Time Magazine - Deepak Chopra on Jesus
By David Van Biema Thursday, Nov. 13, 2008
Tradução: Viviana
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
A Sabedoria de Osho - I

Faça todas as coisas criativas, faça o melhor a partir do pior - isso é o que eu chamo de arte. E se um homem viveu toda a vida fazendo a todo momento uma beleza, um amor, um desfrute, naturalmente a sua morte será o supremo pico no empenho de toda a sua vida.
...sua morte não será feia como ordinariamente acontece todo dia com todo mundo. Se a morte é feia, isso significa que toda a sua vida foi um desperdício. A morte deveria ser uma aceitação pacífica, uma entrada amorosa no desconhecido, um alegre despedir-se dos velhos amigos, do velho mundo.
Osho
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Cure a Si Mesmo - O perdão
Por que as pessoas causam dor
Do livro Cure a Si Mesmo, de Anne Jones
O modo como lidamos com acontecimentos difíceis faz uma grande diferença na maneira como eles nos afetam a curto e longo prazos. Podemos reduzir a dor emocional olhando as coisas de outro modo e procurando compreender a pessoa que nos magoou.
Por que as pessoas ferem as outras? Por que algumas são cruéis? Que bem isso lhes faz e como elas podem viver com as maldades que cometeram? Acho difícil entender o comportamento de certas pessoas, mas sempre procuro olhar para além da atitude agressiva, de modo a ver se consigo compreender o que a provocou.
Uma pessoa calma, com boa auto-estima, amada e vivendo sem medos desnecessários provavelmente não magoará outro ser deliberadamente. Em nossa sociedade são aqueles que ferem a si mesmos os praticantes da crueldade gratuita, física ou mental.
Nos últimos anos têm sido noticiados muitos casos de abusos infantis e de violência doméstica. Várias vezes, as pessoas que abusam de crianças também já sofreram abusos.
Pessoas que foram feridas costumam ferir as outras. Buscam libertar-se da dor e da raiva agredindo os outros, como se dividir a dor que sentem pudesse aliviar a insegurança e o sofrimento emocional que estão enfrentando.
Li há pouco tempo An Evil Cradling [Um Demônio no Berço], de Brian Keenan, relato autobiográfico dos cinco anos que ele passou no cativeiro, em Beirute, no fim dos anos 80. Na maioria do tempo, Keenan ficou numa cela estreita e preso à parede, submetido a um sofrimento e a uma crueldade terríveis.
O homem que o mantinha prisioneiro nunca tivera a oportunidade de pensar por si
Ele e seu colega de prisão John McCarthy foram capazes de manter a força e a sanidade. Não tenho dúvidas de que eles sobreviveram por compreender os homens que os prenderam. Por aceitar o fato de que esses homens eram almas feridas das quais se devia sentir pena. Keenan aprendeu a aceitar e a controlar a raiva e usou isso para ir a fundo na própria psique. Utilizou o cativeiro para crescer. Evitou dispersar sua energia com o infrutífero sentimento do ódio e com pensamentos de vingança.
Há muitos outros casos de pessoas que fizeram isso. Nelson Mandela é um outro grande exemplo, nesse sentido.
Evitando o ciclo da vingança
Quando somos feridos, devemos pensar de onde vem a pessoa que nos feriu. O que a tornou tão agressiva? Olhe para seu passado e examine se ela foi ferida. Em caso positivo, permita que sua compaixão venha à tona. Fico indignada quando vejo pessoas buscando vingança após um crime, por exemplo. Como a vingança pode trazer ao mundo a vida preciosa da pessoa assassinada? Tudo isso perpetua o ciclo de misériass.
A vingança perpetua o ciclo negativo. Se a energia gasta na vingança fosse usada para curar as vítimas e os réus, então as pessoas seriam capazes de seguir em frente em vez de ficar presas nessa energia maléfica.
O que o perdão nos oferece
Para entender os motivos das pessoas que nos ferem, é preciso encontrar um espaço no coração para o perdão. O oposto do perdão é o ódio e essa emoção é prejudicial. O ódio provoca desconforto e desarmonia emocional, espiritual e até mesmo física. Queima em nós como um fogo, destrói nossa paz de espírito
O ódio impede que avancemos pela vida e que evoluamos espiritualmente.
O ato de nos mantermos presos ao passado nos impede de criar novas oportunidades que trazem novos amigos, trabalhos e experiências.
Photograph by: webgrrl
Por que as pessoas ferem as outras? Por que algumas são cruéis? Que bem isso lhes faz e como elas podem viver com as maldades que cometeram? Acho difícil entender o comportamento de certas pessoas, mas sempre procuro olhar para além da atitude agressiva, de modo a ver se consigo compreender o que a provocou.
Uma pessoa calma, com boa auto-estima, amada e vivendo sem medos desnecessários provavelmente não magoará outro ser deliberadamente. Em nossa sociedade são aqueles que ferem a si mesmos os praticantes da crueldade gratuita, física ou mental.
Nos últimos anos têm sido noticiados muitos casos de abusos infantis e de violência doméstica. Várias vezes, as pessoas que abusam de crianças também já sofreram abusos.
Pessoas que foram feridas costumam ferir as outras. Buscam libertar-se da dor e da raiva agredindo os outros, como se dividir a dor que sentem pudesse aliviar a insegurança e o sofrimento emocional que estão enfrentando.
Li há pouco tempo An Evil Cradling [Um Demônio no Berço], de Brian Keenan, relato autobiográfico dos cinco anos que ele passou no cativeiro, em Beirute, no fim dos anos 80. Na maioria do tempo, Keenan ficou numa cela estreita e preso à parede, submetido a um sofrimento e a uma crueldade terríveis.
O homem que o mantinha prisioneiro nunca tivera a oportunidade de pensar por si
mesmo, porque sempre fora obrigado a seguir as ordens de seus líderes militares. Keenan reconheceu a dor profunda desse homem até mesmo quando sofria as conseqüências de seu ódio e de sua violência. Isso o ajudou a manter a própria identidade. Em outras palavras, Keenan percebeu que a verdadeira vítima era seu carcereiro.A vingança provoca dor e sofrimento.
Ele e seu colega de prisão John McCarthy foram capazes de manter a força e a sanidade. Não tenho dúvidas de que eles sobreviveram por compreender os homens que os prenderam. Por aceitar o fato de que esses homens eram almas feridas das quais se devia sentir pena. Keenan aprendeu a aceitar e a controlar a raiva e usou isso para ir a fundo na própria psique. Utilizou o cativeiro para crescer. Evitou dispersar sua energia com o infrutífero sentimento do ódio e com pensamentos de vingança.
Há muitos outros casos de pessoas que fizeram isso. Nelson Mandela é um outro grande exemplo, nesse sentido.
Evitando o ciclo da vingança
Quando somos feridos, devemos pensar de onde vem a pessoa que nos feriu. O que a tornou tão agressiva? Olhe para seu passado e examine se ela foi ferida. Em caso positivo, permita que sua compaixão venha à tona. Fico indignada quando vejo pessoas buscando vingança após um crime, por exemplo. Como a vingança pode trazer ao mundo a vida preciosa da pessoa assassinada? Tudo isso perpetua o ciclo de misériass.
A vingança perpetua o ciclo negativo. Se a energia gasta na vingança fosse usada para curar as vítimas e os réus, então as pessoas seriam capazes de seguir em frente em vez de ficar presas nessa energia maléfica.
O que o perdão nos oferece
Para entender os motivos das pessoas que nos ferem, é preciso encontrar um espaço no coração para o perdão. O oposto do perdão é o ódio e essa emoção é prejudicial. O ódio provoca desconforto e desarmonia emocional, espiritual e até mesmo física. Queima em nós como um fogo, destrói nossa paz de espírito
e toda possibilidade de felicidade. Ao perdoar aqueles que nos feriram, libertamos o ódio que nos prende ao passado e à pessoa que nos magoou. A raiva apenas faz cessar nosso avanço e nos leva de volta na estrada do "e se" e do "eu devia". Nossa felicidade é encontrada no presente, não no passado. Ao relembrar as coisas ruins que nos aconteceram, enviamos nossa energia ao passado e esvaziamos nossas reservas de força. Ficaremos cansados, deprimidos e infelizes, ou incapazes de apreciar as coisas boas que nos acontecem.O perdão cura e ilumina o caminho para a paz interior.
O ódio impede que avancemos pela vida e que evoluamos espiritualmente.
O ato de nos mantermos presos ao passado nos impede de criar novas oportunidades que trazem novos amigos, trabalhos e experiências.
Photograph by: webgrrl
domingo, 28 de setembro de 2008
O que trazemos e o que levamos...
O que trazemos e o que levamos...- Por Osho, do livro "Mais Pepitas de Ouro"
Você vem ao mundo sem coisa alguma.
Assim, uma coisa é certa: nada lhe pertence.
Você vem absolutamente despido, porém com ilusões.
É por isso que toda criança nasce com as mãos fechadas, cerradas, acreditando que está trazendo tesouros e aqueles punhos estão vazios.
E todos morrem com as mãos abertas.
Tente morrer com as mãos cerradas - até o momento ninguém conseguiu. Ou tente nascer com as mãos abertas - ninguém conseguiu também. Nada lhe pertence, então você está preocupado com qual insegurança? Nada pode ser roubado, nada pode ser tirado de você. Tudo o que você está usando pertence ao mundo. E um dia você terá que deixar tudo aqui. Você não será capaz de levar coisa alguma com você.
“Será que estou no caminho certo?”
As indicações de que você está no caminho certo são muito simples:
- Suas tensões começam a desaparecer.
- Você fica mais e mais senhor de si. Mais e mais calmo.
- Encontrará beleza em coisas que jamais concebeu pudessem ser belas.
- As menores coisas começarão a ter imenso significado.
- O mundo inteiro se tornará mais e mais misterioso a cada dia.
- Você se tornará menos e menos culto e mais e mais inocente - como uma criança correndo atrás de borboletas, ou pegando conchas do mar numa praia.
- Você sentirá a vida não como um problema, mas como uma dádiva, uma benção, uma graça.
Essas indicações crescerão continuamente se você estiver na pista certa.
Baste-se! Não dependa de nada para ser feliz.
Você tem a VIDA!
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Passagem
Uma turista foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio. A turista ficou surpresa ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? - perguntou a turista.
E o sábio, bem depressa, perguntou também:
- E onde estão os seus?
- Os meus? - surpreendeu-se a turista. Mas eu estou aqui só de passagem!
- Eu também! - respondeu o sábio.
A vida na Terra é somente uma passagem. No
entanto, algumas pessoas vivem como se fossem
ficar aqui eternamente, e se esquecem de ser felizes.
Autoria desconhecida
▶ English version
- Onde estão seus móveis? - perguntou a turista.
E o sábio, bem depressa, perguntou também:
- E onde estão os seus?
- Os meus? - surpreendeu-se a turista. Mas eu estou aqui só de passagem!
- Eu também! - respondeu o sábio.
A vida na Terra é somente uma passagem. Noentanto, algumas pessoas vivem como se fossem
ficar aqui eternamente, e se esquecem de ser felizes.
Autoria desconhecida▶ English version
De tudo ficam três coisas

De Tudo Ficam Três Coisas:
A certeza de estarmos sempre começando
A certeza de que é preciso continuar
E a certeza de que podemos ser interrompidos
antes de terminarmos
Portanto:
Façamos da interrupção um caminho novo,
Da queda um passo de dança,
Do medo uma escada,
Do sonho uma ponte,
Da procura um encontro
Fernando Sabino
▶ English version
Photo by: Gerry Van der Walt
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Sementes Para a Alma

Em minhas peripécias pela Internet em busca de imagens bonitas, encontrei esse livro que com certeza irei comprar. Às vezes ainda me impressiono com a capacidade que o universo tem de nos proporcionar exatamente o que precisamos em um determinado momento de nossas vidas. Ou de nos enviar algo para o qual já estamos suficiente preparados para uma assimilação melhor. Acho que aconteceu isso com esse livro, Seeds for the Soul. Ou "Sementes para a Alma", de Chuck Hilling.
Seguem alguns trechos que copiei e traduzi de páginas gratuitas, disponibilizadas pelo autor.
A jornada de nossas vidas é uma peregrinação que está sempre indo de um lugar sagrado até outro lugar sagrado.
E a própria estrada pela qual viajamos desde um desses lugares sagrados até o outro é, ela mesma, sagrada.
Não importa em que condições sua vida esteja nesse momento, você está sempre dentro do Templo do Divino.
Seu coração é verdadeiramente abençoado.
Só porque você tem vontade de fazer algo ruim, não significa que você tenha que fazê-lo.
Lá no fundo de nossas almas, nós todos temos esses compartimentos secretos de patologia.
Todos eles, no entanto, devem ser completamente reconhecidos como tal, respeitados, honrados e abraçados por nós.
Observe sua própria insanidade... e depois disso, siga em frente.
A maior parte dos problemas que temos com outras pessoas geralmente começa com nossos próprios problemas quanto à nossa condição de seres humanas.
Seus sentimentos não o perturbam.
O que o perturba são suas crenças sobre o que você acha que deveria estar sentindo ao invés do que realmente sente.
Em outras palavras, você está num jogo de "se isso" e "se aquilo" consigo mesmo.
E essas perturbações apenas aumentam a forma com que você se sente:
- Com raiva... de sua raiva.
- Triste... com sua tristeza.
- Com medo... de seu medo.
- Desgostoso... com seu desgosto.
- Culpado... por sua culpa.
- Envergonhado... de sua vergonha.
- etc. etc. etc.
Dê a si mesmo a permissão de sentir 100% de seja lá o que você estiver sentindo em um determinado momento.
Você não tem que se sentir chateado por estar se sentindo chateado.
Apenas se sinta chateado e só.
...
"Acreditar em algo traz esse algo para a realidade. O verdadeiro mágico é aquele que consegue resistir à tentação Egóica (do ego) de resistir à vida. Como resultado, ele se mantém conectado à sua própria divindade e consegue sentir o êxtase do Divino. O benefício em termos humanos é que quando nós não temos que lidar com o que a vida nos traz, nós nos libertamos para amar e viver de verdade. E fazer aquilo que você realmente ama é a origem de toda a abundância real e duradoura. Eu não sei explicar isso e nem me importa fazê-lo. A verdade é que é evidente que quando as pessoas confiam na vida o suficiente para conseguirem expressar suas verdadeiras naturezas e propósitos, todas as formas de riqueza passam a se manifestar em suas vidas. Isso é algo realmente inacreditável. Mas verdadeiro."Desconheço a autoria
Original, in English: learntoforgive.com
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Faça Você Mesmo

Faça Você Mesmo
Por Rick Gomez
A uns quatro anos atrás, eu era um dos hóspedes do famoso "Hotel Califórnia", mais conhecido como CCI: Instituto Correcional da Califórnia, o presídio estadual. Eu fui parar naquele lugar horroroso por conta de minha própria burrice e estupidez mas, ainda parecia que nada para mim iria funcionar. Eu já ouvi muitas pessoas dizerem que sempre há algo de bom embutido em todas as experiências ruins que temos. Mas, nesse ponto de minha vida, eu não conseguia imaginar nada de bom que pudesse derivar da minha situação. Eu não conseguia imaginar nada pior do que isso.
Mesmo assim, as coisas ficaram ainda piores. Eu passei de um cara com um corpo malhado e em forma para um gordo de 212 libras. Eu já nem conseguia mais me olhar no espelho. Mas, como se sabe, na prisão não há muito o que se fazer para preencher o tempo e, eu decidi então tentar voltar a ter meu corpo e minha boa forma física.
Coloquei meu plano em ação sem mais demora, comecei a correr e a comer coisas mais saudáveis. No entanto, eu decidi não me pesar e esperar o transcorrer de um mês antes disso para ver o que acontecia com meu peso.
Todos os dias eu seguia a mesma rotina até que, finalmente, um mês havia se passado. Entusiasmado para ver os resultados do meu regime, eu corri para a enfermaria para me pesar e, o que eu vi me deixou mais furioso do que nunca. Eu ENGORDEI duas libras!
Isso não era justo. "Meu Deus", eu reclamei, "O Senhor não é de nada mesmo, não serve pra nada. Nem para me ajudar a emagrecer duas libras que fosse! Nem pra isso!"
Ainda furioso, fui até o banheiro morto de raiva. Não havia ninguém lá a não ser eu, e eu bradei mais uma vez: "Deus, você não é de nada!" Nesse instante, por razões desconhecidas, eu tive vontade de verificar meu bolso. Senti que continha algo e, quando retirei o tal cartão, esse continha uma mensagem escrita com bela caligrafia, com tinta preta, e as palavras ali escritas pareciam saltar do papel:

E eu pensei comigo: "UAU!"
Será que Deus falou comigo de verdade?!? E se Ele falou, por que logo comigo? Por que eu? Eu nunca tinha demonstrado muito interesse ou fé nEle. As palavras se repetiam em minha memória sem cessar.
Ainda sem acreditar que tudo isso estava acontecendo, eu levei o cartão até as únicas pessoas que poderiam tê-lo colocado em meu bolso. Eu chequei com a pessoa mais provável primeiro, o homem que trabalhava na lavanderia. Depois, perguntei à minha mãe sobre o cartão. Perguntei ao pastor da capela do presídio se ele havia visto outros cartões como esse por aí e, como todos os outros, ele disse que não - e disse que esse cartão era uma revelação.
Eu coloquei o cartão entre as páginas de um livro por precaução. Minha atitude deu uma volta de 180 graus e eu comecei, finalmente, a acreditar novamente.
No mês seguinte, eu me pesei e havia emagrecido 5 libras. Meu peso foi diminuindo a cada mês que se passava até que, quando chegou a hora de sair da prisão, eu pesava perfeitas e atléticas 170 libras.
Mas não foi só minha gordura que desapareceu. Desapareceram também minhas constantes reclamações contra Deus. E, tão misteriosamente como ele havia aparecido, o tal cartão desapareceu. Eu acho que ele já tinha cumprido sua missão, talvez por isso tenha sumido.
Acho que as pessoas não deveriam viver pedindo a Deus para ajudá-las com qualquer coisa à toa. Não é para isso que Ele existe. Se você realmente quer e deseja algo... faça-o você mesmo. Se você acreditar em si mesmo, Deus estará com você durante todo o caminho!
Photo by: Andrew Tolsma
Regra n° 1 - Você Receberá Um Corpo Físico
O texto a seguir foi traduzido por mim do livro IF LIFE IS A GAME, THESE ARE THE RULES (Se A Vida É Um Jogo, Estas São As Regras), de Cherie Carter-Scott.VOCÊ RECEBERÁ UM CORPO FISICO
Talvez você goste de seu corpo, talvez não... mas ele estará com você durante toda a sua vida aqui na Terra.
No instante em que você chegou à Terra, você recebeu um corpo para guardar sua essência espiritual. O verdadeiro "você" está guardado dentro deste corpo - e com ele, estão guardadas também todas as suas esperanças, sonhos, medos, pensamentos, expectativas e crenças que fazem você a pessoa única que você é. Você e seu corpo viajarão juntos durante toda a sua vida mas, mesmo assim, vocês serão (e continuarão a ser) duas entidades diferentes.
O propósito desse corpo é servir como um abrigo entre você e o mundo exterior, e de transportar você através desse jogo que chamamos VIDA. Ele também serve como um professor de várias lições sobre como ser humano. Se você estiver, aliás, se você permanecer aberto a todas as lições que seu corpo tem a lhe oferecer ele poderá lhe dar inestimáveis dicas de sabedoria e graça, os quais lhe servirão de guia em seu caminho até a evolução espiritual. Seu corpo lhe proporcionará informações básicas que lhe ajudarão a focalizar seu "eu" verdadeiro de forma que você possa prosseguir em sua jornada.
Esse corpo que você recebeu será seu durante todo o tempo em que você estiver aqui na Terra; você gostando dele ou não, aceitando-o ou rejeitando-o, ele é o único que você terá nesta vida. Ele será seu desde o seu primeiro fôlego até o seu último suspiro, quando seu coração deixar de palpitar. E já que não tem como devolvê-lo ou trocá-lo por outro, é essencial que você aprenda a transformar seu corpo de um mero veículo em um valioso parceiro e seu aliado para a vida toda, pois o relacionamento entre você e seu corpo é o mais fundamental e importante relacionamento de sua vida terrena. É esse o alicerce sobre o qual você construirá todos os seus outros relacionamentos.
Cada um de nós tem um relacionamento diferente com nosso corpo. Você deve encarar o seu como uma bela obra arquitetônica, desenhada especialmente para o seu espírito e sua alma. Ou talvez você sinta que seu corpo não combina com sua essência, fazendo com que você se sinta trancado em uma jaula infeliz. Talvez você sinta uma enorme conexão com seu corpo, fazendo com que você tenha carinho e afeição por ele. Pode ser que você não se sinta confortável com seu corpo, fazendo com que você deseje um corpo diferente do que possui. Quem sabe você quisesse ser mais forte fisicamente, ou mais magro, mais saudável, mais atraente, ou menos desastrado. Ou talvez você nem mesmo se sinta parte de seu próprio corpo. Mas, não importa como você se sinta em relação ao seu corpo, ele é seu e dele dependerá a qualidade da vida que você irá experimentar.
O desafio da REGRA N° 1 é que você se reconcilie com seu corpo para que ele sirva seus fins e compartilhe com você lições valiosas de aceitação, amor-próprio, respeito e prazer. Todos devemos aprender esses princípios básicos antes que possam então prosseguir com sucesso pela jornada da vida.
sábado, 30 de agosto de 2008
Mais duas parábolas...


Parábola Budista
Um homem atravessava uma floresta, fugindo de assassinos que queriam matá-lo. Chegou à beira de um rio, muito largo, impossível de atravessar a nado. Viu ao lado uma pequena jangada abandonada. Tomou-a e atravessou o rio, pondo-se a salvo. Mas lá chegando, ficou com dó de abandonar a jangada, que lhe havia salvo a vida. Tomou-a nas costas e resolveu levá-la consigo. Com tudo isso, perdeu tempo e atrasou sua caminhada. Enquanto isso, seus inimigos construíram uma jangada, atravessaram o rio, alcançaram-no e o mataram.
Moral da história: Não se apegar a coisas inúteis.

Parábola da Sabedoria OrientalUm pescador levantou-se mais cedo que de costume e se dirigiu à beira do rio para pescar. Lá chegando, viu um saco cheio de pedras, abandonado. Como ainda estivesse escuro, divertia-se em jogar as pedras na água para ouvir o barulho. O tempo foi clareando e, quando jogou a última pedra, um raio de sol a iluminou, revelando ser um puro diamante. Desesperado, o homem, compreendendo que havia jogado fora uma fortuna, mergulhou no rio, tentando resgatar as pedras. Enroscou-se no fundo e morreu afogado.
Moral da história: mantenha a atenção sobre as coisas que acontecem ao seu redor. Alí pode haver coisas valiosas.
domingo, 24 de agosto de 2008
Faça Outra Vez
FAÇA OUTRA VEZ
Por César Romão
Você conhece alguém que por medo e resistência excessivos fica estagnado e deixa a oportunidade de ser feliz passar ao seu lado? E, enquanto isso, reclama, acha justificativas e ainda culpa os outros por seus fracassos. Já pensou em quantas pessoas vivem se lamentando por tudo que poderiam ter feito e não fizeram, pelo que poderiam ter sido e não foram, e do quanto poderiam ter amado e não amaram.
São pessoas que se apegam ao passado, levam tudo a ferro e fogo e têm uma resistência enorme ao novo, ao inesperado e às experiências que podem tirá-las do limbo, mas que lhe custam tempo, reflexão e, principalmente, a uma atitude.
Uma dica simples que pode servir de “manual” para quem sabe que não desistir dos sonhos e objetivos é a melhor saída é “fazer outra vez”. Isso mesmo, fazer outra vez, e outra, e mais outra ou quantas forem necessárias para chegar lá. Por falta de paciência, estratégias, visão de futuro e, principalmente, rever os erros e aprender com eles, muita gente fica paralisada no primeiro obstáculo rumo à realização dos seus projetos.
Gente para levar você para baixo eu sei que não falta. É mais comum ter ao nosso redor pessoas que nos desencorajam e vêem tudo pelo lado obscuro, que quem nos dê força e incentivo para seguirmos adiante.
Alguns questionamentos podem ser o ponto de partida para quem quer rever sua acomodação e fazer outra vez, mudando assim o seu futuro.
Sou categórico ao afirmar que quando desistimos de algo que desejamos, aceitamos a disponibilidade daquilo que está pronto nas "prateleiras do mundo". Isso porque, por mais que as pessoas afirmem estarem conformadas com as próprias realidades, bem lá no fundo terão uma camada de infelicidade cobrindo seus mais nobres sentimentos.
Mas fazer outra vez não é simplesmente repetir ações. Tentar de novo deve ser, antes de tudo, ter a consciência de que é preciso rever posturas, abandonar velhos hábitos e reconhecer onde se errou. E a tarefa não é fácil. Naturalmente, temos uma resistência ao novo, que se não for vencida pode nos tornar arredios, amargos e de difícil convivência.
Para mim a palavra problema é 'bússola' para que eu possa mudar de rota. Um problema pode ser o começo de uma solução, de uma vida melhor, de uma visão mais clara e consciente dos fatos. Infelizmente, não são todos que pensam assim. Quem é amargo, negativo e tem costume de fazer "tempestade em copo d´ água" vê os problemas como grandes vilões e até acreditam que não há como viver sem eles. São pessoas que precisam do sofrimento para se escorar, para se desculpar e para continuar num caminho obscuro, de maldade consigo e com os outros e o que é pior, um caminho de fracasso, derrota. "Em geral, as pessoas valorizam demais os problemas e se esquecem que devem aumentar o foco na solução. Na verdade, temos de ser grandes diante dos problemas e aprender com eles".
É nesta linha de pensamento escrevi o livro "Tente Outra Vez", Nesta obra, dou dicas de como encontrar uma maneira diferente e produtiva para se relacionar com as pessoas, com o trabalho e com seus sentimentos. Sugiro caminhos para que o fracasso não seja uma razão para desistir, mas uma "bússola" que indique os rumos que não mais devem ser seguidos.
Dentre alguns desses textos do livro, agora reescrevo alguns nesse artigo, com opiniões próprias e que podem ser postas em prática imediatamente, mas, apenas se você quiser.
A persistência é algo muito valorizado hoje em dia, certo? Mas nem todos têm o comportamento para “fazer outra vez”, temendo um novo erro. Eu acho que o fato é que possuímos um defeito genético de fabricação: somos mamíferos. E como mamíferos temos a tendência de seguir o caminho que mais está compatível com nossas necessidades interiores. Veja por exemplo os elefantes, que passam uma vida toda em determinadas épocas do ano fazendo a mesma rota para sua comida e água; as baleias que passam a vida toda fazendo o mesmo percurso marítimo para se acasalar. Somos dependentes de instintos condicionados, somos adeptos do colo e do leite na boca. Esta é uma das razões e por sinal muito forte. É o primeiro desafio a ser vencido.
O segundo é que as pessoas valorizam demais seus problemas e têm pouco foco em suas soluções. Problemas são grandes quando ainda somos pequenos diante deles. É necessário que se aprenda a desenvolver aptidões e competências em determinados assuntos, principalmente naqueles onde estão depositados nossos caminhos de sobrevivência.
O terceiro é que somos assimiladores progressistas de experiências negativas e ótimos condutores delas. Portanto, muita gente carrega em sua vida uma enorme bagagem que tem pouca característica nutritiva e inibe suas habilidades de desafiar novas maneiras de viver. Para alguns, tentar outra vez é sofrer outra vez, para outros, uma oportunidade e para outros não significa absolutamente nada.
Nós fomos condicionados a achar que fazer outra vez está muito ligado à disposição. Como, então, fazer para adquirir esta vontade de recomeçar?
Achamos, muitas vezes, que fazer outra vez está ligado à disposição. Eu já acho que fazer outra vez está ligado aos nossos valores, apenas aos nossos valores. Àqueles itens dos quais fazemos um verdadeiro kit de sobrevivência e que nos dão razão para existir. Algumas pessoas têm entre seus valores à carreira, outras à família, e sempre fazem tudo o que está ao seu alcance para conquistar e manter estes valores. Quem não tem valores, não tem razão para tentar ou recomeçar novamente.
Para muita gente a decepção e a frustração são os maiores “problemas” para fazer outra vez. Para outros não. Decepção e frustração são apenas excessos de expectativa em alguma situação. Quando não se atinge os objetivos esperados, tudo vira um monte de decepção e frustração. Algumas pessoas usam como bússola, outras como carga, eu prefiro usar como bússola e mudar a rota, fazer diferente. Decepção e frustração acontecem também quando se planejou muito mal uma ação de vida. O brasileiro é pouco planejador, deixa como está para ver como é que fica. Em poucas situações algo de bom acontece, na maioria das vezes nada acontece. Para isso não ocorrer em sua vida é necessário criar metas de desenvolvimento de existência, conhecer seus pontos fracos e fortes, sempre incentivando seus pontos fortes.
Em alguns momentos de nossas vidas damos sinais que parecem que estamos nos distanciando de nossos sonhos e objetivos, fazendo-nos “parar no tempo”. O sentimento de acomodação é um sinal. Mais que sonhar, o grande risco não está em sonhar alto demais, e sim em acomodar-se baixo demais. Se as pessoas começam a se conformar com tudo e até buscar justificativas para seu baixo desempenho ou fracassos os sonhos vão ficando para trás. E, pior, quando as pessoas começam a terceirizar a culpa de seus insucessos, os sonhos vão ficando para trás. A nossa paralisação vem de dentro para fora e não de fora para dentro, quando nos sentimos fracos por dentro, criamos um frágil ambiente onde atuamos.
Quando nos prendemos ao passado, vivemos dizendo que “nossa cruz é mais pesada que deveria ser”, mas acabamos nos acostumando com ela. Porque não colocamos rodinhas nela e começamos a fazer outra vez? Sabemos que quanto mais carga se coloca numa mula, embora ela seja forte para carregá-la, mais devagar ela vai seguir. O passado pode ser uma escola ou um tremendo grilhão em seus pés. A escolha é sua. Quem muito se apega ao passado termina por fazê-lo presente e futuro em sua vida. Com o passado só podemos aprender e não fazer dele uma carga permanente.
Saber se há momentos em que temos de parar de fazer outra vez é uma opção que só nos sabemos quando é hora de parar ou não. Você gostaria de deixar de ir atrás de seus sonhos e abandoná-los quando pode estar próximo à sua realização e você nem sabe? Tem muita gente motivada pelos seus sonhos batendo em paredão. A maneira correta é implementar sua competência na direção certa, perceber se seu esforço está se transformando em resultados positivos, caso contrário é necessário repensar todo seu processo de conquista e isto deve ser sempre feito com base em suas competências e aptidões. Nossa capacidade de abandonar determinados caminhos também é importante na busca de nosso verdadeiro caminho, por isso, analise bem sua decisão.
Quando o passado nos deixa um buraco enorme e o futuro parece um vazio maior ainda, devemos “rumar” em frente ou pararmos onde estamos e esperar para ver “como é que fica”? Gente vazia não vai a lugar algum. Quando estamos vazios, sem saber o rumo, é hora de pensar melhor naquilo que fomos e naquilo que realmente desejamos ser e avaliar nossa prioridade. Devemos avaliar nossa vontade de realmente pagar o preço daquilo que queremos. Ficar vazio é um lento veneno para nossa mente e nosso coração e uma ótima oportunidade para deixarmos outras pessoas nos conduzirem. Viver consiste em avaliações pessoais quase que diárias. Quem não o faz está longe de mensurar seu passado ou seu futuro, ao invés de viver um futuro que desejaria, vai viver o futuro disponível nas prateleiras do mundo.
O que mais nos paralisa é a inércia, a falta de vontade de fazer outra vez e dar errado, sentir-se ridículo, ter vergonha de passar de novo pelos mesmos caminhos contribuindo assim para ficarmos parados. São vários fatores, mas acho que o principal deles é a “síndrome de vítima do mundo”,transferência de culpa por falta de resultados. É necessário assumir a responsabilidade de nossos fracassos e pagar o preço para superar nossos limites. As pessoas são seus próprios transtornos na busca de seus sonhos, criam e dão vida a muitos obstáculos.
Quando entramos em “crise” é o momento onde o organismo fica descontente com todo seu ser e fica totalmente resiste à adaptação de mudanças, sejam elas boas ou más. Todas as nossas emoções e sentimentos são transformados em enzimas que se alojam em nosso cérebro. Estas enzimas normalmente criam nossas condições satisfatórias ou não. Razão pela qual é necessário tomar muito cuidado com relação a tudo que emanamos no contexto de nossos pensamentos e emoções. Para nos adaptarmos às mudanças, precisamos sempre desenvolver novas competências. Hoje, mais que nunca, é necessário reaprender muita coisa, até como ser pai e mãe, como amar, pois o amor hoje não basta, não é mais o suficiente para deixar unido um casal, é necessário reaprender muitas coisas que envolvem nossos relacionamentos.
Muitas pessoas dizem que fazer outra vez, muitas vezes, parece muito difícil pois significa que estamos voltando atrás em algo que nos propomos e não deu certo. Eu acho que significa apenas despreparo. Pessoas que nada conseguiram crescer com aquilo que viveram, não possuem capacidade de enfrentar certas coisas duas vezes, porém existem pessoas que se tivessem de fazer certas coisas outra vez, fariam exatamente tudo igual, pelo fato de terem tido coragem, vontade de aprender, e capacidade de agir com segurança diante dos fatos.
A vida é um ciclo, mas não de “tentativas e erros ou recomeços”. Existir consiste em estar de alguma maneira fazendo aquilo que tem de ser feito, e quando se faz o que tem de ser feito, eu não sei bem como, mas de alguma maneira se chega lá. Nosso desafio é justamente descobrir corretamente o que tem de ser feito. Muita gente sabe o que gostaria de ser na vida, mas não tem a mínima idéia do que precisa fazer para conseguir aquilo que quer. Tentativa, erro e recomeço são apenas capítulos desta longa travessia da vida.
Sabe aqueles projetos que não deram certo? As frustrações de não ter sido o escolhido para o cargo ou mesmo para namorar a pessoa mais bonita da sua turma? Pois é. Isso é aprendizado. Somente podemos tirar lições daquilo que pudemos vivenciar ou experimentar, nem sempre devemos encarar as coisas pelo ângulo de não darem certo, mas sim como experiências para serem avaliadas e repensadas. Tem gente que fica repetindo padrões de comportamento e nunca muda os resultados de suas vidas. Avalie os resultados de tudo aquilo que lhe aconteceu, afira estes resultados e transforme-os em ferramentas para novas estratégias.
Muitos dizem que tentar ser feliz é a coragem de admitir os próprios erros e mudar a direção para onde for o melhor local. Felicidade é algo para mim que está além destes fatores. Tem gente que ainda vivencia fatores que não deram certo e são muito felizes. A felicidade é uma energia interior que precisamos impregnar em tudo que acreditamos e em tudo que temos em nossas mãos. Se ela estiver ligada a fatores de coragem, erros, mudanças entre outros, ela não terá nenhum efeito em seu estado de espírito. Ser feliz é preparar-se para viver da melhor e mais nutritiva maneira possível.
Fazer outra vez requer novos compromissos consigo mesmo e nunca com estratégias ou posturas preestabelecidas. Eu nunca diria adote novas posturas ou estratégias, mas sim novos comprometimentos. Muitas vezes temos pouquíssimo compromisso com nossas estratégias, muitas vezes pensamos que elas possuem vida própria e não é assim, elas precisam, assim como nós, ser alimentadas todos os dias. Precisamos atuar nelas, fazê-las seguir adiante. Quanto mais conhecermos sobre um assunto, mais aumentará nossa chance de obter sucesso neste assunto.
Para finalizar quero dizer que ouvir o coração é importante e, também, claro a nossa razão também. Só a razão não tem muita força, só a emoção também não tem. É muito importante que as duas tenham a medida certa em nossas decisões e escolhas. É fácil reconhecer quando estamos agindo muito pela razão ou pela emoção. Este é o momento em que devemos colocá-las na balança e nos questionarmos. Deste questionamento nasce um terceiro elemento com muito poder a nosso favor: nossa intuição.
Vá em frente! Faça outra vez, seja como for, pois "Sua única obrigação é ser feliz!"
Por César Romão
Você conhece alguém que por medo e resistência excessivos fica estagnado e deixa a oportunidade de ser feliz passar ao seu lado? E, enquanto isso, reclama, acha justificativas e ainda culpa os outros por seus fracassos. Já pensou em quantas pessoas vivem se lamentando por tudo que poderiam ter feito e não fizeram, pelo que poderiam ter sido e não foram, e do quanto poderiam ter amado e não amaram.
São pessoas que se apegam ao passado, levam tudo a ferro e fogo e têm uma resistência enorme ao novo, ao inesperado e às experiências que podem tirá-las do limbo, mas que lhe custam tempo, reflexão e, principalmente, a uma atitude.
Uma dica simples que pode servir de “manual” para quem sabe que não desistir dos sonhos e objetivos é a melhor saída é “fazer outra vez”. Isso mesmo, fazer outra vez, e outra, e mais outra ou quantas forem necessárias para chegar lá. Por falta de paciência, estratégias, visão de futuro e, principalmente, rever os erros e aprender com eles, muita gente fica paralisada no primeiro obstáculo rumo à realização dos seus projetos.
Gente para levar você para baixo eu sei que não falta. É mais comum ter ao nosso redor pessoas que nos desencorajam e vêem tudo pelo lado obscuro, que quem nos dê força e incentivo para seguirmos adiante.
Alguns questionamentos podem ser o ponto de partida para quem quer rever sua acomodação e fazer outra vez, mudando assim o seu futuro.
Sou categórico ao afirmar que quando desistimos de algo que desejamos, aceitamos a disponibilidade daquilo que está pronto nas "prateleiras do mundo". Isso porque, por mais que as pessoas afirmem estarem conformadas com as próprias realidades, bem lá no fundo terão uma camada de infelicidade cobrindo seus mais nobres sentimentos.
Mas fazer outra vez não é simplesmente repetir ações. Tentar de novo deve ser, antes de tudo, ter a consciência de que é preciso rever posturas, abandonar velhos hábitos e reconhecer onde se errou. E a tarefa não é fácil. Naturalmente, temos uma resistência ao novo, que se não for vencida pode nos tornar arredios, amargos e de difícil convivência.
Para mim a palavra problema é 'bússola' para que eu possa mudar de rota. Um problema pode ser o começo de uma solução, de uma vida melhor, de uma visão mais clara e consciente dos fatos. Infelizmente, não são todos que pensam assim. Quem é amargo, negativo e tem costume de fazer "tempestade em copo d´ água" vê os problemas como grandes vilões e até acreditam que não há como viver sem eles. São pessoas que precisam do sofrimento para se escorar, para se desculpar e para continuar num caminho obscuro, de maldade consigo e com os outros e o que é pior, um caminho de fracasso, derrota. "Em geral, as pessoas valorizam demais os problemas e se esquecem que devem aumentar o foco na solução. Na verdade, temos de ser grandes diante dos problemas e aprender com eles".
É nesta linha de pensamento escrevi o livro "Tente Outra Vez", Nesta obra, dou dicas de como encontrar uma maneira diferente e produtiva para se relacionar com as pessoas, com o trabalho e com seus sentimentos. Sugiro caminhos para que o fracasso não seja uma razão para desistir, mas uma "bússola" que indique os rumos que não mais devem ser seguidos.
Dentre alguns desses textos do livro, agora reescrevo alguns nesse artigo, com opiniões próprias e que podem ser postas em prática imediatamente, mas, apenas se você quiser.
A persistência é algo muito valorizado hoje em dia, certo? Mas nem todos têm o comportamento para “fazer outra vez”, temendo um novo erro. Eu acho que o fato é que possuímos um defeito genético de fabricação: somos mamíferos. E como mamíferos temos a tendência de seguir o caminho que mais está compatível com nossas necessidades interiores. Veja por exemplo os elefantes, que passam uma vida toda em determinadas épocas do ano fazendo a mesma rota para sua comida e água; as baleias que passam a vida toda fazendo o mesmo percurso marítimo para se acasalar. Somos dependentes de instintos condicionados, somos adeptos do colo e do leite na boca. Esta é uma das razões e por sinal muito forte. É o primeiro desafio a ser vencido.
O segundo é que as pessoas valorizam demais seus problemas e têm pouco foco em suas soluções. Problemas são grandes quando ainda somos pequenos diante deles. É necessário que se aprenda a desenvolver aptidões e competências em determinados assuntos, principalmente naqueles onde estão depositados nossos caminhos de sobrevivência.
O terceiro é que somos assimiladores progressistas de experiências negativas e ótimos condutores delas. Portanto, muita gente carrega em sua vida uma enorme bagagem que tem pouca característica nutritiva e inibe suas habilidades de desafiar novas maneiras de viver. Para alguns, tentar outra vez é sofrer outra vez, para outros, uma oportunidade e para outros não significa absolutamente nada.
Nós fomos condicionados a achar que fazer outra vez está muito ligado à disposição. Como, então, fazer para adquirir esta vontade de recomeçar?
Achamos, muitas vezes, que fazer outra vez está ligado à disposição. Eu já acho que fazer outra vez está ligado aos nossos valores, apenas aos nossos valores. Àqueles itens dos quais fazemos um verdadeiro kit de sobrevivência e que nos dão razão para existir. Algumas pessoas têm entre seus valores à carreira, outras à família, e sempre fazem tudo o que está ao seu alcance para conquistar e manter estes valores. Quem não tem valores, não tem razão para tentar ou recomeçar novamente.
Para muita gente a decepção e a frustração são os maiores “problemas” para fazer outra vez. Para outros não. Decepção e frustração são apenas excessos de expectativa em alguma situação. Quando não se atinge os objetivos esperados, tudo vira um monte de decepção e frustração. Algumas pessoas usam como bússola, outras como carga, eu prefiro usar como bússola e mudar a rota, fazer diferente. Decepção e frustração acontecem também quando se planejou muito mal uma ação de vida. O brasileiro é pouco planejador, deixa como está para ver como é que fica. Em poucas situações algo de bom acontece, na maioria das vezes nada acontece. Para isso não ocorrer em sua vida é necessário criar metas de desenvolvimento de existência, conhecer seus pontos fracos e fortes, sempre incentivando seus pontos fortes.
Em alguns momentos de nossas vidas damos sinais que parecem que estamos nos distanciando de nossos sonhos e objetivos, fazendo-nos “parar no tempo”. O sentimento de acomodação é um sinal. Mais que sonhar, o grande risco não está em sonhar alto demais, e sim em acomodar-se baixo demais. Se as pessoas começam a se conformar com tudo e até buscar justificativas para seu baixo desempenho ou fracassos os sonhos vão ficando para trás. E, pior, quando as pessoas começam a terceirizar a culpa de seus insucessos, os sonhos vão ficando para trás. A nossa paralisação vem de dentro para fora e não de fora para dentro, quando nos sentimos fracos por dentro, criamos um frágil ambiente onde atuamos.
Quando nos prendemos ao passado, vivemos dizendo que “nossa cruz é mais pesada que deveria ser”, mas acabamos nos acostumando com ela. Porque não colocamos rodinhas nela e começamos a fazer outra vez? Sabemos que quanto mais carga se coloca numa mula, embora ela seja forte para carregá-la, mais devagar ela vai seguir. O passado pode ser uma escola ou um tremendo grilhão em seus pés. A escolha é sua. Quem muito se apega ao passado termina por fazê-lo presente e futuro em sua vida. Com o passado só podemos aprender e não fazer dele uma carga permanente.
Saber se há momentos em que temos de parar de fazer outra vez é uma opção que só nos sabemos quando é hora de parar ou não. Você gostaria de deixar de ir atrás de seus sonhos e abandoná-los quando pode estar próximo à sua realização e você nem sabe? Tem muita gente motivada pelos seus sonhos batendo em paredão. A maneira correta é implementar sua competência na direção certa, perceber se seu esforço está se transformando em resultados positivos, caso contrário é necessário repensar todo seu processo de conquista e isto deve ser sempre feito com base em suas competências e aptidões. Nossa capacidade de abandonar determinados caminhos também é importante na busca de nosso verdadeiro caminho, por isso, analise bem sua decisão.
Quando o passado nos deixa um buraco enorme e o futuro parece um vazio maior ainda, devemos “rumar” em frente ou pararmos onde estamos e esperar para ver “como é que fica”? Gente vazia não vai a lugar algum. Quando estamos vazios, sem saber o rumo, é hora de pensar melhor naquilo que fomos e naquilo que realmente desejamos ser e avaliar nossa prioridade. Devemos avaliar nossa vontade de realmente pagar o preço daquilo que queremos. Ficar vazio é um lento veneno para nossa mente e nosso coração e uma ótima oportunidade para deixarmos outras pessoas nos conduzirem. Viver consiste em avaliações pessoais quase que diárias. Quem não o faz está longe de mensurar seu passado ou seu futuro, ao invés de viver um futuro que desejaria, vai viver o futuro disponível nas prateleiras do mundo.
O que mais nos paralisa é a inércia, a falta de vontade de fazer outra vez e dar errado, sentir-se ridículo, ter vergonha de passar de novo pelos mesmos caminhos contribuindo assim para ficarmos parados. São vários fatores, mas acho que o principal deles é a “síndrome de vítima do mundo”,transferência de culpa por falta de resultados. É necessário assumir a responsabilidade de nossos fracassos e pagar o preço para superar nossos limites. As pessoas são seus próprios transtornos na busca de seus sonhos, criam e dão vida a muitos obstáculos.
Quando entramos em “crise” é o momento onde o organismo fica descontente com todo seu ser e fica totalmente resiste à adaptação de mudanças, sejam elas boas ou más. Todas as nossas emoções e sentimentos são transformados em enzimas que se alojam em nosso cérebro. Estas enzimas normalmente criam nossas condições satisfatórias ou não. Razão pela qual é necessário tomar muito cuidado com relação a tudo que emanamos no contexto de nossos pensamentos e emoções. Para nos adaptarmos às mudanças, precisamos sempre desenvolver novas competências. Hoje, mais que nunca, é necessário reaprender muita coisa, até como ser pai e mãe, como amar, pois o amor hoje não basta, não é mais o suficiente para deixar unido um casal, é necessário reaprender muitas coisas que envolvem nossos relacionamentos.
Muitas pessoas dizem que fazer outra vez, muitas vezes, parece muito difícil pois significa que estamos voltando atrás em algo que nos propomos e não deu certo. Eu acho que significa apenas despreparo. Pessoas que nada conseguiram crescer com aquilo que viveram, não possuem capacidade de enfrentar certas coisas duas vezes, porém existem pessoas que se tivessem de fazer certas coisas outra vez, fariam exatamente tudo igual, pelo fato de terem tido coragem, vontade de aprender, e capacidade de agir com segurança diante dos fatos.
A vida é um ciclo, mas não de “tentativas e erros ou recomeços”. Existir consiste em estar de alguma maneira fazendo aquilo que tem de ser feito, e quando se faz o que tem de ser feito, eu não sei bem como, mas de alguma maneira se chega lá. Nosso desafio é justamente descobrir corretamente o que tem de ser feito. Muita gente sabe o que gostaria de ser na vida, mas não tem a mínima idéia do que precisa fazer para conseguir aquilo que quer. Tentativa, erro e recomeço são apenas capítulos desta longa travessia da vida.
Sabe aqueles projetos que não deram certo? As frustrações de não ter sido o escolhido para o cargo ou mesmo para namorar a pessoa mais bonita da sua turma? Pois é. Isso é aprendizado. Somente podemos tirar lições daquilo que pudemos vivenciar ou experimentar, nem sempre devemos encarar as coisas pelo ângulo de não darem certo, mas sim como experiências para serem avaliadas e repensadas. Tem gente que fica repetindo padrões de comportamento e nunca muda os resultados de suas vidas. Avalie os resultados de tudo aquilo que lhe aconteceu, afira estes resultados e transforme-os em ferramentas para novas estratégias.
Muitos dizem que tentar ser feliz é a coragem de admitir os próprios erros e mudar a direção para onde for o melhor local. Felicidade é algo para mim que está além destes fatores. Tem gente que ainda vivencia fatores que não deram certo e são muito felizes. A felicidade é uma energia interior que precisamos impregnar em tudo que acreditamos e em tudo que temos em nossas mãos. Se ela estiver ligada a fatores de coragem, erros, mudanças entre outros, ela não terá nenhum efeito em seu estado de espírito. Ser feliz é preparar-se para viver da melhor e mais nutritiva maneira possível.
Fazer outra vez requer novos compromissos consigo mesmo e nunca com estratégias ou posturas preestabelecidas. Eu nunca diria adote novas posturas ou estratégias, mas sim novos comprometimentos. Muitas vezes temos pouquíssimo compromisso com nossas estratégias, muitas vezes pensamos que elas possuem vida própria e não é assim, elas precisam, assim como nós, ser alimentadas todos os dias. Precisamos atuar nelas, fazê-las seguir adiante. Quanto mais conhecermos sobre um assunto, mais aumentará nossa chance de obter sucesso neste assunto.
Para finalizar quero dizer que ouvir o coração é importante e, também, claro a nossa razão também. Só a razão não tem muita força, só a emoção também não tem. É muito importante que as duas tenham a medida certa em nossas decisões e escolhas. É fácil reconhecer quando estamos agindo muito pela razão ou pela emoção. Este é o momento em que devemos colocá-las na balança e nos questionarmos. Deste questionamento nasce um terceiro elemento com muito poder a nosso favor: nossa intuição.
Vá em frente! Faça outra vez, seja como for, pois "Sua única obrigação é ser feliz!"
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